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"Corinthians Brabas: Golaço, Anti-Jogo e Empate com Sabor Amargo contra o Santos"

Introdução


O Corinthians Brabas voltou a campo na 3ª rodada do Campeonato Paulista, enfrentando o Santos no Estádio Alfredo Schuring às 21h. Em um jogo cheio de emoções e disputas acirradas, a equipe alvinegra buscou manter sua sequência positiva na competição. Mesmo com um desempenho avassalador no primeiro tempo, o Corinthians acabou empatando em 1x1 com o Santos, em uma partida marcada por oportunidades desperdiçadas e uma estratégia adversária que conseguiu neutralizar as Brabas. A seguir, confira o resumo detalhado do jogo e as avaliações individuais das jogadoras.


Resumo do 1° Tempo


O primeiro tempo das Brabas foi um verdadeiro rolo compressor. Desde o apito inicial, o Corinthians demonstrou total domínio sobre o Santos, impondo um ritmo de jogo intenso e criando inúmeras oportunidades de gol. A pressão alta e a movimentação rápida colocaram a defesa adversária em constante estado de alerta. O time criou diversas chances claras, incluindo um pênalti desperdiçado por Jaqueline. A superioridade técnica e tática do Corinthians ficou evidente com o golaço de Ju Ferreira, que colocou a equipe em vantagem aos 16 minutos.


No entanto, a falta de eficácia nas finalizações e a incrível atuação da goleira do Santos impediram que o Corinthians ampliasse o placar. A partir dos 30 minutos, o Santos recorreu a um anti-jogo claro, interrompendo o ritmo das Brabas com pausas e cai-cai. Essa estratégia culminou em um empate inesperado aos 34 minutos, em uma das poucas oportunidades que tiveram. Mesmo com a retomada da pressão, o Corinthians não conseguiu transformar suas chances em gols antes do intervalo.


Resumo do 2° Tempo


O segundo tempo foi marcado por uma mudança de postura do Santos e uma queda de rendimento das Brabas. O Corinthians começou a etapa complementar com dificuldades na transição e na saída de bola, muito devido à pressão alta aplicada pelo Santos, que percebeu a fragilidade no meio-campo corinthiano, composto por apenas duas jogadoras efetivas na posição.


As substituições feitas pelo técnico Lucas Piccinato não surtiram o efeito desejado, já que ele não ajustou o posicionamento tático da equipe, mantendo a estrutura ineficiente. A falta de ajustes permitiu ao Santos controlar melhor as ações do jogo, mesmo que de forma menos criativa, apostando na malandragem e em parar o jogo a todo momento.


Apesar de manter a posse de bola e criar algumas chances, o Corinthians foi ineficaz nas finalizações e sofreu com a estratégia adversária de truncar a partida. A demora nas alterações e a insistência em uma formação que não estava funcionando acabaram por prejudicar a equipe, que não conseguiu retomar a intensidade e a eficácia do primeiro tempo.


Avaliações Individuais


24 Kemelli: Trabalhou muito pouco no primeiro tempo e, no lance do gol, não conseguiu cortar. No segundo tempo, precisou fazer ótimas defesas para manter o empate.

2 Leticia Santos: Fez uma atuação positiva no primeiro tempo, apoiando bastante no ataque. No segundo tempo, teve dificuldades na saída de bola e na parte defensiva.

99 Erika: Foi segura e tranquila na saída de bola no primeiro tempo. No segundo tempo, foi sobrecarregada pela pressão do Santos, mas manteve uma atuação sólida.

20 Mariza: Trabalhou muito bem na cobertura e cortou muitas bolas das adversárias no primeiro tempo. No segundo tempo, teve que lutar contra as atacantes e recebeu um cartão amarelo por reclamar.

6 Isabela: Teve uma atuação boa no primeiro tempo, mas cometeu um erro de marcação que resultou no gol do Santos. No segundo tempo, errou vários passes e ficou um pouco perdida.

28 Ju Ferreira: Foi uma guerreira no meio-campo, marcou bastante e fez um golaço no primeiro tempo. No segundo tempo, se desdobrou para marcar as adversárias e tentou sair jogando, sendo a melhor em campo.

11 Eudimilla: Tentou muitas jogadas individuais e sofreu um pênalti no primeiro tempo, mas não foi muito efetiva. No segundo tempo, jogou de forma muito adiantada e não recebeu bolas.

17 Vic Albuquerque: Cometeu muitos erros de passe no início, mas depois fez várias jogadas positivas no primeiro tempo. No segundo tempo, tentou buscar a bola, mas foi inibida pela marcação adversária.

30 Jaqueline: Correu muito e teve boas finalizações no primeiro tempo, mas faltou pontaria. No segundo tempo, ficou isolada e teve poucas chances de participar do jogo.

22 Fernanda: Correu e batalhou muito no primeiro tempo, mas pecou em não chutar a gol com eficiência. No segundo tempo, demonstrou muita garra, mas sem eficiência.

14 Millene: Participou pouco no primeiro tempo, mas quando criou, levou muito perigo. No segundo tempo, voltou para ajudar na saída de bola, mas se desgastou e saiu exausta.

21 Paulinha: Entrou no segundo tempo como uma boa válvula de escape e melhorou a saída de bola.

8 Yaya: Não conseguiu melhorar o ataque, jogando muito à frente e mantendo a má distribuição do elenco.

37 Tamires: Recebeu muitas bolas, mas sem liberdade, perdendo muitas e errando vários passes.

77 Carol Nogueira: Tentou jogar aberta pela direita do ataque, mas não recebeu bolas com condições de finalizar a gol.

9 Jheniffer: Jogou muito longe do gol e, devido aos muitos erros de passe, precisou jogar recuada, tendo chances apenas em bolas paradas.

Técnico Lucas Piccinato: Optou por um time muito ofensivo no primeiro tempo, que funcionou até a pausa provocada pelo anti-jogo do Santos. No segundo tempo, foi surpreendido pela postura adversária e demorou muito para fazer ajustes necessários. As substituições não resolveram os problemas de posicionamento e a equipe se manteve ineficiente.


Conclusão


O empate em 1x1 entre Corinthians e Santos deixou um gosto amargo, especialmente pela superioridade demonstrada pelas Brabas no primeiro tempo. A falta de eficácia nas finalizações e a estratégia de anti-jogo do Santos foram determinantes para o resultado final. O técnico Lucas Piccinato precisa repensar suas estratégias e fazer ajustes mais rápidos e eficazes para que a equipe possa converter seu domínio em vitórias nas próximas partidas. A torcida espera que as Brabas recuperem o fôlego e a intensidade para recuperar o topo da competição.

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